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Rodrigo Martins, Advogado
Rodrigo Martins
Comentário · há 9 meses
Sem dúvidas que essa é a realidade do judiciário brasileiro. Estou enfrentando um caso parecido no que se refere à demonização do homem junto ao lar familiar.

Um pai que detinha a guarda de fato do filho desde 2017 sofreu uma ação de busca e apreensão da genitora, pelo simples fato de haver mudado para uma cidade próxima buscando um melhor emprego a fim de melhor prover o sustento de sua família.

Chegando a nova cidade, adentrou com ação de guarda provisória e alimentos em desfavor da genitora.

A mãe por sua vez, foi ao judiciário com declarações testemunhais julgadas falsas as quais afirmavam que a mesma detinha a guarda de fato, bem como, 02 conversas de WhatsApp que demonstram que "o pai havia pedido as roupas do menino que estavam no armário da genitora" antes de se mudar.

O juízo de 1º grau indeferiu a busca e apreensão demonstrando que a mesma não detinha guarda judicial, isto posto, não poderia entrar requerer a busca e apreensão fundamentando-se apenas em suas próprias declarações, bem como não detinha provas suficientes da guarda de fato.

A defensória pública recorreu da decisão mediante Agravo de Instrumento e o Tribunal de Justiça decidiu liminarmente pela busca e apreensão do menor, fundamentando a guarda de fato nas 02 conversas do WhatsApp supramencionados.

Resultado, o filho esta fora da convivência do guardião de fato (o pai) a 08 (oito) meses, pois o Tribunal de Justiça o tratou como um criminoso por haver levado o filho para outro município.

Ainda na decisão, o Tribunal de Justiça fundamentou sua decisão informando que os "nuances do caso evidenciam a maior necessidade do contato e cuidado maternos".

Ou seja, uma clara evidência de que os termos utilizados na decisão/acórdão estão impregnados de favoritismo matriarcal, levando a crer que, o simples fato da genitora ser a mãe do menor e estar convivendo sob o regime ficto de guarda compartilhada, lhe capacitaria a ser a guardiã de fato do infante.

Além disso, desde as Contrarrazões ficou evidenciado a incompetência da comarca em determinar a busca e apreensão do menor, dada a ação de guarda e alimentos adentrada pelo pai antes da busca e apreensão.

Mas, ainda sim, o Tribunal de Justiça, ainda que em sede de embargos de declaração, simplesmente se calou frente a incompetência da Comarca em determinar o feito, justificando que o Agravado não havia apresentado ao Tribunal de Justiça sua alegação de incompetência daquele juízo em julgar o feito.

Enfim, recorremos ao STJ, mas é simplesmente enojante ver o quanto o judiciário esta dominado por esse favoritismo a mulher.

Outra prova disso é que o pai que aguardava o deferimento da guarda provisória a 7 meses, viu a mãe adentrar com uma ação de guarda provisória baseada exclusivamente na decisão do Tribunal de Justiça, receber a decisão de guarda provisória e alimentos em apenas 1 dia.

Se tudo isso não é o bastante para demonstrar o favoritismo matriarcal frente os julgados da família, de fato, não sei dizer o que mais será para abrir os olhos das pessoas frente trágica situação em que o judiciário se encontra.
Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · ano passado
Obrigada por comentar! O Japão é o maior exemplo do quanto uma educação de excelência focada no mérito extirpa automaticamente qq "tentação" de cair na cantilena da esquerda. No Japão Bolsonaro ganhou de lavada e a TV concessionária da Globo lixo lá já anunciou q não irá renovar o contrato. Eles não estão interessados nessa ladainha. Vi um homem negro (vítima, na teoria da justiça social) que mora no Japão conceder uma entrevista justamente pra Globo mesmo e perguntado, a única coisa que disse sentir falta do Brasil era a mãe. Perguntaram da comida, ele disse, "é, eu gosto de comida brasiliera, lógico, mas não sinto falta de lá por causa de comida, já aprendi a cozinhar a comida típica daqui, e já me adaptei" e tal. Até serviu um café da manhã típico lá: uma sopa de repolho e uns legumes na chapa, com um molho não sei das quantas e um chá não sei das quantas, diferente demais. Daí ele explicou que os ingredientes para um café da manhã como o nosso lá são itens raros e caros, não dá pra encarar no dia a dia, então teve q se adaptar e já acostumou. Seguindo, conversa vai e vem, o repórter pergunta o que o faria voltar ao Brasil, e é surpreendido com a resposta: NADA. Surpreso o repórter pergunta, mas você não se sente solitário e isso e aquilo e por fim, perguntou porque ele amava tanto o Japão e o cara disse: "porque aqui eu sou valorizado como profissional e como ser humano. Nunca sofri nenhum pingo de racismo, nenhum constrangimento, nenhum olhar atravessado. Isso não tem preço". O repórter ficou de queixo caído. Só brasileiro trouxa mesmo é q a acha q a esquerda luta contra o racismo. A esquerda acirra o racismo, pq precisa dos grupos rivais na sociedade, faz parte das técnicas de manobra de massa. Porém... Vai saber né. Tem gente que gosta de ser enganado.
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